Monna Lisa

Como Salvei Minha Filha do Consumismo com 1 Tablet Quebrado

Quando o tablet da minha filha de 6 anos quebrou, eu tinha duas opções: comprar outro imediatamente ou usar essa oportunidade para ensinar educação financeira infantil. A escolha que fiz mudou nossa vida para sempre.

O Momento que Mudou Tudo

"Educação financeira para crianças - transformando problemas em oportunidades">

De repente, aconteceu o inesperado: o tablet infantil que minha menina de 6 anos tinha quebrou. Aquele que nos dava paz e tempo para trabalhar ou cuidar da casa. Além disso, mães que têm filhos com tablet sabem o sossego que isso traz – e a culpa que vem junto.

Ao mesmo tempo que nos dá paz, tempo de pensar, trabalhar ou até termos um momento para nós mesmas, sabemos o quanto isso pode gerar danos na vida dos nossos filhos a longo prazo. Entretanto, quem se importa com o longo prazo quando o sossego imediato é tão tentador?

Então, agora ela sem tablet… como eu ia fazer? Comprar outro com essa facilidade?

O Dilema do Pertencimento vs. Consumismo

A novidade era que agora o tablet infantil básico não servia mais. As amigas tinham a marca cara, o status da maçã, e minha filha não queria menos que as amigas. Consequentemente, ela queria pertencimento, fazer parte do grupo, ser aceita pelas vizinhas mais velhas.

Mas já sabemos que tudo que vem com status custa mais caro. Portanto, aí aparecem tantas dúvidas:

  • Minha filha não cuidou do tablet dela, ela merece que eu simplesmente dê outro?
  • O status custa caro – estou disposta a pagar um valor tão alto para uma criança tão nova?
  • Como vou tirar dela essa forma de pertencimento?

Se para nós adultos já é difícil… Nós temos nossos itens de status: roupas de marca, bolsas, sapatos estilosos, uma maquiagem bem feita, título de trabalho. Todos nós temos esse código de pertencimento de grupo.

Como ensinar isso para minha filha de uma forma que não se torne consumismo ou vício?

A Decisão que Mudou Nossa Perspectiva

Às vezes me pergunto se as gerações anteriores não eram melhores. A única preocupação dos pais era manter os filhos vivos: comida no prato, teto para morar e escola. Nós tínhamos que estar de volta para o horário da janta depois de brincar por horas na rua, aprendendo na prática como se virar em sociedade.

Agora a tecnologia se instalou e tudo mudou tão rápido… Como nos adaptamos? Não tem mais fórmula mágica, e estamos aqui todos perdidos, tentando o melhor que podemos enquanto conciliamos vida profissional, pessoal, conjugal, casa e alguma vida prazerosa.

Mesmo sendo pedagoga e psicopedagoga, com bom conhecimento em psicologia infantil, eu não ficava menos insegura nas minhas decisões. Aquela situação foi uma surpresa – mesmo sendo especialista em educação financeira na infância, eu não estava preparada para lidar com aquela situação naquele momento.

Aplicando a Teoria na Prática: O Experimento

A teoria que eu estudei dizia que aquela situação exigia uma capacidade cognitiva mais madura (o que o cérebro de 6 anos está preparado para entender e colocar em prática). Mas todos sabemos que a teoria é bem diferente da vida real – ela só nos dá uma orientação, um norte.

Então decidi usar minha teoria financeira, que seria para uma criança mais velha, ali mesmo, com minha filha aos 6 anos. E bora ver se ia dar certo!

Princípio 1: Ensinar o Valor, Não Apenas o Preço

Um dos princípios financeiros que eu ensino é mostrar à criança o valor das coisas, não só o preço. O jeito mais fácil seria ir na loja, comprar e presentear – afinal, era aniversário dela. Dessa forma, ela teria uma grande surpresa, ficaria muito feliz, e eu ficaria feliz vendo aquele rostinho iluminado.

Eu teria minha sensação de prazer, de dever cumprido, e problema resolvido sem muito esforço. Mas o que eu estaria ensinando a ela?

Princípio 2: A Gratificação Adiada

Por outro lado, decidi usar outro princípio da educação financeira: a espera. No mundo infantil, isso se chama gratificação adiada – ensinar que se você esperar, consegue o que quer.

Muitos de nós não aprendemos isso, por isso compramos por impulso, somente pelo prazer imediato. A sensação imediata é boa, mas as consequências podem ser ruins, independente do poder de compra. Geralmente vem acompanhada de ansiedade, stress e culpa.

Eu não queria que minha filha sentisse isso. Então decidi ensinar a espera.

"Princípios fundamentais para ensinar dinheiro para crianças"

O Plano Estratégico: MCE em Ação

Com a espera vem o planejamento financeiro para crianças. Um tablet dessa marca custa caro, uma criança na idade dela não tem trabalho – então como fazer isso sem ela perder o interesse ou achar impossível?

Lembram que o aniversário dela estava chegando? A cultura americana incentiva muito dar presentes em cartões ou dinheiro. E o plano que tracei foi: cada valor que ela guardasse, eu e o pai dela iríamos igualar.

Essa foi a forma que encontrei para aplicar isso na idade dela. Aos 6 anos, a noção de tempo é diferente de uma criança de 12. Precisamos quebrar essa espera em semanas, e essa foi a forma de incentivá-la.

E deu certo!

Metodologia do Cofinho Estratégico - planejamento financeiro para crianças"

A Execução do Plano

Ela focou no objetivo. Todo o dinheiro que tinha, ao invés de querer comprar brinquedos de valor menor, já não fazia muito sentido – ela entendeu que o que queria ia exigir esse “sacrifício” temporário.

O dinheiro veio de:

  • Presentes de aniversário
  • Limonada que vendia no bairro com as amigas
  • Troco que recebíamos
  • Contribuição dos avós
  • Igualação minha e do pai dela

Logo ela já tinha o valor total do tablet!

Lição Bônus: Timing de Compra

O aniversário dela é em agosto, e em novembro ela já tinha o dinheiro. Decidi ensinar sobre o melhor momento para comprar. Ela poderia comprar no começo de novembro, mas no final do mês temos Black Friday e Cyber Monday, que normalmente têm descontos muito bons.

Inicialmente, ela não queria esperar – já tinha o dinheiro! Mas eu não desisti. O resultado foi gratificante: ela mesma viu que economizou $150 só por esperar a melhor data de compra.

Isso deu a ela liberdade para investir por conta própria na capa de proteção que queria, e ainda sobrou dinheiro para outras coisas.

O Grande Dia: A Conquista

E então o grande dia chegou. Aquele “cotoco de gente” com uma bola de dinheiro. Emprestei uma carteira – ali ela já entendeu que dinheiro tem um lugar especial para ficar. E lá fomos nós duas para a grande conquista.

Expliquei para o vendedor da loja o que estava acontecendo, o motivo de tantas notas em dinheiro. Por incrível que pareça, as pessoas se iluminam quando percebem que crianças estão aprendendo a lidar com dinheiro e finanças. Percebo um misto de orgulho, felicidade e nostalgia nos olhos das pessoas, como se dissessem: “Como eu queria ter tido isso na minha época, as coisas seriam tão diferentes hoje.”

Com esse atendente não foi diferente. Ele foi super simpático, atencioso, e a experiência foi maravilhosa.

Ela escolheu a cor, pediu para o atendente, pagou e saiu de lá com uma felicidade diferente. Ela estava orgulhosa de si. Ela comprou, não dependeu de mim para isso.

Criança comprando com dinheiro próprio - sucesso da educação financeira"

O Resultado: Mais que um Tablet

Presenciar tudo aquilo não me permitiu lembrar do que seria mais fácil para mim. Eu estava feliz, orgulhosa e com sentimento de dever cumprido. Não era uma felicidade momentânea – foi uma conquista para nós duas.

Agora ela também fazia parte daquele grupo de amigas mais velhas, tinha o item de status, mas com um grande diferencial: ela tinha uma experiência de vida, de planejamento, de espera, de orgulho, de dever cumprido, que vai levar para a vida toda – e que as amigas mais velhas não tinham.

Ela aprendeu o caminho. Agora sabe o que tem que fazer, e isso abriu para ela uma porta, muito cedo, de liberdade financeira.

A Metodologia por Trás do Sucesso

A teoria que usei foi a Metodologia MCE – Mesada e Cofrinho Estratégicos, que desenvolvi para crianças acima de 7 ou 8 anos, e deu certo! Claro que com algumas adaptações.

Lembram que falei que o jeito que a criança entende as coisas depende da idade dela? Então não ia adiantar colocar a espera e a rigidez que colocaria para uma criança de 10 anos.

Mas está tudo explicado no MCE – lá está até o plano de “business” que usei com ela, com plano de objetivos incluído. Sem esse conhecimento estruturado não seria possível conseguir fazer isso.

Nós não tivemos educação financeira na nossa infância, então precisei dessa teoria, estratégia e conhecimento estruturado para me guiar. E foi incrível!

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No curso você vai aprender:

  • Como ensinar o valor real das coisas (não apenas o preço)
  • Estratégias de gratificação adiada adaptadas para cada idade
  • O sistema de cofrinho estratégico que funciona
  • Como transformar momentos do dia a dia em lições financeiras
  • Técnicas de comunicação que realmente funcionam com crianças

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Monna Lisa Moreno

Graduada em pedagogia com especialização em psicopedagogia porque eu sempre acreditei na transformação que a educação pode proporcionar. Meu trabalho como educadora, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, me motivou a buscar novos conhecimentos e aperfeiçoar em diferentes técnicas para garantir o máximo desenvolvimento dos alunos.

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Monnalisa Moreno de Oliveira

Eu sou graduada em pedagogia com especialização em psicopedagogia porque eu sempre acreditei na transformação que a educação pode proporcionar. Meu trabalho como educadora, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, me motivou a buscar novos conhecimentos e aperfeiçoar em diferentes técnicas para garantir o máximo desenvolvimento dos alunos.